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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Simulados - Equações, Balanceamento e Tipos de Reações químicas

Nesse simulado você poderá treinar seus conhecimentos fazendo e refazendo os exercícios, caso você não acerte é só começar de novo, os exercícios de:

Equações Químicas
Balanceamento de Equações Químicas
Tipos de Reações Químicas

Jogo - Balanceamento de Reações Químicas

Se você ainda está com dúvidas sobre balancem amento de reaçoes  quimicas, aproveitem esse joguinho para treinar mais um pouco. Ótimo para reforçar seus conhecimentos quanto à nomenclatura das funções inorgânicas (ácidos, bases, sais e óxidos). 


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Como serão as embalagens no futuro?

Fonte - http://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-o-futuro/Desenvolvimento/noticia/2015/09/como-serao-embalagens-de-alimentos-do-futuro.html

Embalagem: invólucro usado para acondicionar algo, diz o dicionário. Mas que definição poderíamos encontrar em um dicionário do futuro? Tudo indica que o verbete deve se tornar maior e mais complexo. Afinal, novas tecnologias mostram que uma embalagem pode servir para muitas outras coisas. Entre elas,aumentar a durabilidade da comida, avaliar sua qualidade economizar recursos. E mais: os avanços nesse setor se conectam com melhorias em outras áreas, até no sistema de aviação. Confira abaixo três propostas que vão muito além.

Para aproveitar até a última gota
O fim de um produto que sobra no frasco  – a maionese ou um sachê de mostarda – pode não ter grande importância no seu dia a dia, mas imagine o valor disso quando se trata de combustíveis, medicamentos ou bolsas de sangue. Aproveitamento total é o que propõe a LiquiGlide, que nasceu dentro de um laboratório do MIT (Massachusetts Institute of Technology).
A empresa desenvolveu um lubrificante que torna as superfícies altamente escorregadias, sobre as quais líquidos viscosos passam sem deixar rastros. A novidade já atraiu clientes como a americana Elmer’s (fabricante de colas e adesivos) e o conglomerado norueguês Orkla (que vende de alimentos a produtos de higiene pessoal e limpeza).
Mas a LiquiGlide espera levar seu produto a muitos outros setores, como a extração de petróleo. Segundo a empresa, o lubrificante pode gerar uma economia de milhões de dólares no transporte de petróleo bruto, por exemplo, evitando a formação de coágulos e o entupimento de oleodutos. Outro setor em que a companhia está de olho é a aviação: revestir as de aviões com o lubrificante evitaria a formação e acúmulo de gelo nessa parte da aeronave (uma grande preocupação em voos durante o inverno).

Um leite que dura o dobro do tempo
O leite tipo A tem vida curta – é um produto fresco, que dura cerca de uma semana na prateleira. Mas nas garrafinhas da marca Letti, o prazo de validade marcado é de 15 dias. O segredo? Suas garrafas contam com micropartículas à base de sílica e de prata, que têm ação bactericida. Ao evitar a proliferação desses micro-organismos, prolonga-se a conservação do leite. Uma boa notícia tanto o consumidor (que tem um produto mais durável na geladeira) como o fabricante, que pode melhorar sua cadeia de distribuição.
Por trás dessa inovação está a Nanox Tecnologia, uma empresa que nasceu da interação entre pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara. Especializada em criar materiais inteligentes a partir da nanotecnologia, a empresa já havia lançado, por exemplo, um filme de PVC que elimina a proliferação de fungos e bactérias nos alimentos.
E sua ação vai além do setor alimentício. Usando sempre a prata como princípio antimicrobiano, a empresa também desenvolve soluções para a indústria têxtil (com tecidos protegidos contra ácaros etc.), para o setor de equipamentos hospitalares (com pisos e materiais mais fáceis de limpar, por exemplo) e também para o de eletroeletrônicos (a tecnologia pode aumentar o intervalo necessário para limpeza dos filtros de ar-condicionado ou bebedouro, entre outras vantagens).
No caso da garrafa usada para envazar leite pela Letti, vale destacar que as nanopartículas não se desprendem do plástico nem contaminam a bebida. E que o produto continua precisando de refrigeração.

Etiqueta feita com gelatina
O Bump Mark, uma etiqueta desenvolvida por uma jovem de 22 anos, e premiada no ano passado em um concurso de design. A etiqueta é feita de gelatina e muda de textura à medida que em que o alimento dentro da embalagem se deteriora.
Em entrevistas, a designer Solveiga Pakstaite disse que a ideia surgiu depois que ela trabalhou com deficientes visuais – sua meta era ajuda-los a descobrir a validade da comida por meio de alguma ferramenta tátil.
Funciona assim: você passa o dedo sobre a etiqueta e, se ela estiver lisa, é sinal de que a comida está fresca. Porém, se você sentir as ranhuras do plástico sob a etiqueta, é sinal de que a gelatina já se deteriorou – e a comida também.
A escolha da gelatina se deu justamente por ser uma proteína, que se decompõe de maneira similar à de outros alimentos proteicos, como carnes, ovos e leite. Detalhe: a velocidade dessa composição pode ser controlada a partir da concentração da gelatina (quanto mais sólida, mais ela demorará para se deteriorar).


Vamos ver o que têm por dentro da salsicha?

Sobras variadas de carnes, miúdos, tendões, pele, gordura, amido, proteína texturizada de soja. É assim que se enche um embutido de massa fina, a famosa salsicha. No fim da desossa de cortes tradicionais de diferentes animais, restos como miúdos e tendões são destinados à fabricação daquela que é a alma do cachorro-quente. Mas não é só isso: do osso é raspada a tal carne mecanicamente separada descrita no rótulo, em geral de aves. Essa é a matéria-prima básica da salsicha mais comum, que, por lei, só pode compor até 60% do produto. Depois de finamente triturada, a massa é misturada com água para formar uma emulsão que parecerá uma pasta, quase um sorvete. No final do processo, essa pasta é aquecida a 75°C e, em seguida, resfriada. O choque térmico inibe o crescimento bacteriano. Mesmo assim, em casa, recomenda-se fervê-la antes de colocar no pão. Vai que algum bichinho sobreviveu no caminho do frigorífico até a sua casa…
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/09/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-salsicha.html